divulgando… Honduras

Julho 5, 2009 by lcmc

PRONUNCIAMIENTO
02 de julio de 2009

La Red Latinoamericana y Caribeña de Jóvenes por los Derechos Sexuales y Reproductivos, REDLAC, ante los sucesos acaecidos el pasado domingo 28 de junio y la grave situación que el país atraviesa, manifestamos nuestra solidaridad con la población hondureña, especialmente con las mujeres y hombres jóvenes, las mujeres y hombres del movimiento feminista y de juventud, la diversidad sexual y étnica y sus organizaciones, así como con las poblaciones campesinas, urbanas e indígenas, que han defendido su derecho a la democracia y están viviendo momentos de incertidumbre, tensión, represión e irrespeto, por lo que;

Condenamos firmemente:

  • Las agresiones y violaciones a las garantías individuales de la población de Honduras y en especial de defensores y defensoras de los Derechos Humanos por parte de los y las militares y sectores conservadores que han irrespetado el Estado de Derecho y la democracia en el país.

  • La violencia, el uso de la fuerza militar y la declaración del Estado de Sitio como instrumentos brutales que constituyen una violación a los Derechos Humanos, especialmente los Derechos Civiles y constitucionales de la población de Honduras.

Demandamos:

  • La detención de todo acto de represión, hostigamiento, toques de queda, censura y violencia en contra de la población y las organizaciones de sociedad civil en Honduras.

  • La condena y repudio del uso de la violencia y la represión y a instar por el restablecimiento del orden constitucional y al respeto a la integridad de las personas detenidas y secuestradas, incluyendo a líderes sociales que promueven y defienden los Derechos Humanos.

  • Exigimos a los medios de comunicación que no manipulen la información y permitan la libre expresión de los sectores populares, respetando el derecho a la información veraz e imparcial.

Asimismo, hacemos un llamado a las organizaciones sociales de nuestros países a que nos pronunciemos contra el uso excesivo y brutal de la fuerza militar, la violencia, las armas, el hostigamiento, el control de los medios de comunicación y el uso de la fuerza y el poder que nos recuerda la oscuridad y la impunidad con la que han gobernado regímenes autoritarios en nuestra América Latina. Red Latinoamericana y Caribeña de Jóvenes por los Derechos Sexuales y Reproductivos REDLAC

Organizaciones, colectivos y/o grupos miembros y que suscriben:

• Elige, Red de Jóvenes por los Derechos Sexuales y Reproductivos, A.C. (México)

• Incidejoven, Red de Jóvenes para la Incidencia Política (Guatemala)

• Mujeres Jóvenes Transformando una nueva generación (El Salvador)

• Jóvenes Feministas Universitarias (Honduras)

• Corriente Joven Feminista (Nicaragua)

• Coordinadora Juvenil (Ecuador)

• Decide (Bolivia)

• Las Ramonas (Paraguay)

• Agrupación Feminista Bio Bio (Chile)

• Mizangas (Uruguay)

• Jóvenes Feministas de Sao Paulo (Brasil)

• Colectivo de Entidades Negras-CEN (Brasil)

não dá mais para ser a gota,

Junho 26, 2009 by lcmc

temos que ser a tempestade…

Galera, já é hora de lutar! Lutar por esta cidade!

Que cidade você quer para você?

As audiências foram canceladas por liminar judicial!

Ganhamos alguns passos:

“A liminar foi concedida durante julgamento de medida cautelar impetrado pelas ONGs Defenda São Paulo e Instituto Pólis.

As duas entidades entraram na Justiça para obrigar a Prefeitura de São Paulo a cumprir decisão judicial anterior, ocorrida durante ação civil pública movida pelo Ministério Público de São Paulo. Essa decisão anterior já estipulava que a Câmara Municipal discutisse primeiro a revisão do Plano Diretor Estratégico e só depois a discussão dos planos regionais e da lei de uso e ocupação do solo urbano.”

Leia mais aqui.

Estamos vivendo um momento decisivo no futuro de nossa cidade.

Está acontecendo a “revisão” do Plano Diretor Estratégico;

este plano foi cuidadosamente planejado, baseando-se em

muita pesquisa e debate. Agora foi levada a Câmara dos Vereadores

uma proposta de mudança do Plano.

Não podemos nos abster de participar,

pois se trata da nossa qualidade de vida e futuro!

Nós podemos frear o rolo compressor da qualidade de vida

exigindo de nossos políticos um trabalho bem feito!

Se informe e comunique seus amigos e familiares.

Mais informações e abaixo-assinado

pelo veto ao atual projeto de revisão do Plano

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Amigos,

A Festa Junina na Praça Elis Regina na Vila Gomes é uma manifestação pacifica e dispositivo de relação entre as comunidades da Vila Gomes, Jardim Bonfiglioli, Jardim Rizzo, Vila Indiana, Morro do Querosene, Rio Pequeno, Parque Previdencia e amigos.

A Prefeitura tem um Projeto de Lei que pretende construir uma avenida sobre a Praça Elis Regina e um tunel sob o Parque Previdencia ligando a Corifeu de Azevedo Marques com a Eliseu de Almeida na altura do Shopping Butantã. Já estamos mobilizados participando das Audiencias Publicas e começando a Ocupação Cultural e intervenção midiatica dos espaços em risco.

Mais uma vez o tripé Imobiliarias+Empreiteiras+Prefeitura conspira contra a população priorizando a especulação imobiliaria e as homericas obras publicas para os carros sem contemplar a qualidade de vida dos habitantes da cidade. Querem matar as ultimas praças e parques que ainda nos restam!!!

Quem tiver contatos na imprensa serão muito benvindos!!!

Quem puder ajudar na divulgação desta maniFesta eu agradeço.

Para mais informações acesse:

bairrosvivos.blogspot.com

www.butanta.com.br

Espero ver todos lá. Só a mobilização popular transforma.

TODOS TEM PODER

PEETSSA

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Antes de ir a Festa Junina que tal irmos no pedal de luto:

O Pedal Verde e a Bicicletada.org estão organizando um encontro de ciclistas, pedestres e moradores da cidade de São Paulo para conhecer pessoalmente o andamento das obras do projeto de ampliação da Marginal Tietê!!! Indo completamente na contramão do que seria o desenho estratégico de uma cidade sustentável, dentre os enormes impactos negativos que está obra trás, damos destaque à:

  • eliminação de diversas árvores com mais de 50 anos de vida, que cumprem papel ecológico importantíssimo no equilíbrio climático e da poluição da marginal;
  • impermeabilização dos canteiros centrais que cuidam da manutenção de escoamento das nossas águas evitando enchentes;
  • impossibilitam a moradia para avifauna e outros seres vivos que cumprem papel ambiental na cidade;
  • no transplante de árvores que está sendo realizado, com certeza muitas não sobreviverão

http://pedalverde.wordpress.com/

A vitória do automóvel sobre o rio e a cidade!

Segunda Feira dia 29 de Junho, 20h, tem debate sobre esta obra. Compareça.

Rua Rodésia, 398, Vila Madalena.

Casa da Cidade

de 1500 a 2009

Maio 26, 2009 by lcmc

ouvi dizer por aí que não existe racismo no Brasil…

como será que se dá este tipo de percepção?

 

 

 

ainda há resistência seguida de morte…

 

Se quiser assinar a petição e contribuir com a luta

do povo Pataxó Hã-Hã-Hãe, acesse o link:

http://www.Petition Online.com/ hahahae/petition .html 

Pedal do Silêncio

Maio 21, 2009 by lcmc

para lembrar de todas as pessoas que foram mortas por andar de bicicleta

Viva Márcia!

paulo bernardes

Um pouco sobre a questão das cotas…

Maio 15, 2009 by lcmc

Arroz transgênico e muito agrotóxico

Abril 21, 2009 by lcmc

na nossa mesa?    NÃO!

 

A Bayer quer nos vender o seu arroz modificado

e, é claro, o respectivo agrotóxico.

A Europa não permite o uso de alimentos modificados

e nem de agrotóxicos em seu solo.

Assim como não consome produtos geneticamente modificados 

e que precisam do uso de agrotóxicos pois estes são cancerígenos,

poluidores e não biodegradáveis.

 

O governo brasileiro já aprovou o uso da soja transgênica

e agora pode aprovar o arroz,

obviamente não por uma decisão cientifica

e sim por interesses econômicos de poucos poderosos políticos!

Indo na contramão da saúde humana e ecológica.

 

9a

veja mais aqui

o no Greenpeace

mais Greenpeace

Joaquim Moura

o projeto Nova Luz é um retrocesso

Abril 14, 2009 by lcmc

O projeto continua arrastando políticas falidas, pessoas e dívidas…

 

“A chamada revitalização da Luz é um projeto que tem mais de 30 anos, da década de 1970 e que ficou pairando na história da política urbana de São Paulo. O projeto foi abandonado e retomado umas 550 vezes, cada vez de um novo jeito até desembocar neste, que se quer definitivo. Mas do que eu vi até agora, esse projeto não vai sair, eles vêm com tudo, mas a complexidade da trama da cidade é tão intensa que não permite, mas claro que depende muito do resultado da eleição, do quanto isso vai ser uma prioridade ou não para o novo prefeito/a.”

“ Que é a relação, a idéia do território como espaço vivido e construído e pactuado por quem vive ali. Um pacto territorial! Um dia fui dar uma aula em Veneza e visitei uma associação de bairro e quando eu cheguei estava escrito assim: “Esta associação está aqui instalada desde o ano 1910.” Aquele lugar estava constituído como associação e como lugar há quantos anos? Quantas gerações enraizadas? A idéia que me veio na cabeça é de que aquilo tinha uma raiz profunda. A geração de vocês já nasceu em São Paulo, pela primeira vez temos uma geração que está no mesmo lugar, no mesmo bairro, há duas gerações! Você pergunta numa sala de aula: “Quem é filho de imigrante?”. Quando eu comecei a dar aula, há 30 anos, filhos de imigrantes eram todos, agora são netos, não importa se de italiano ou nordestino, isso não importa, mas são desenraizados, agora é que começou a enraizar, e na hora que enraíza começa a ter uma outra relação entre o ser e o território. Nós temos 40 anos de urbanização, 50 no Brasil, acho que com cem anos de urbanização talvez possamos construir uma outra relação do cidadão com o território no sentido de autoconstituição, porque o que não aconteceu foi o cidadão se autoconstituir na medida em que o território se constituiu. A idéia de público, de dimensão pública, é o reconhecimento do lugar que cada um ocupa dentro desse público. Mas que público é esse no qual o público não tem lugar? A favela não é um lugar, não é reconhecida como lugar, nem o cortiço. Como participa quem não tem lugar? O território, o lugar é muito importante, é fundamental, inclusive a possibilidade de existir com lugares nômades e cambiantes, porque esse é outro problema, se você não tem uma propriedade privada você não existe no Brasil. Mas quem disse que as pessoas têm que ter uma propriedade? Elas têm que ter um lugar digno para morar, isso não é sinônimo de ter uma propriedade.”

trechos da entrevista com Raquel Rolnik no livro Cidade Luz.

Raquel colaborou no desenho do Plano Diretor da cidade de São Paulo. 

 

E assim os poderes continuam se enrroscando em práticas sem diálogo com a população, sem reconhecer o cidadão como o agente principal da cidade…

 

A desapropriação da Nova Luz foi anunciada pela primeira vez em maio de 2005 pelo então prefeito José Serra (PSDB). A revitalização da área conhecida como Cracolândia também se tornou uma das bandeiras de Kassab. O plano engloba a recuperação de 750 imóveis previstos para serem desapropriados e R$ 2 bilhões de investimentos na área. Passados quatro anos, contudo, a maior parte do projeto segue no papel. Por vias da região, como nas Alamedas Glete e Helvetia, por exemplo, o cenário é o mesmo de uma década atrás: dezenas de jovens moradores de rua fumando crack à luz do dia, alguns poucos bares e quase nenhum morador.

fogo em Brasília

Abril 2, 2009 by lcmc
lá no Setor Noroeste lembra?
Na manhã de segunda feira, 30 de março de 2009, atearam fogo ao barraco de uma família indígena, na Terra Indígena do Bananal.

 

Relatos das pessoas que primeiro chegaram ao local apontam que o incendio começou por volta das 10 horas da manhã. Quando chegaram ao local, metade da casa já estava tomada pelo fogo. Não se sabe como, uma equipe da rede globo chegou ao local, os indígenas disseram que não chamaram nenhum canal de tv, chamaram apenas os bombeiros. Os indígenas mandaram a rede globo ir embora, já que a empresa tem feito matérias buscando manipular a opinião pública contra os indígenas. Os bombeiros chegaram por volta das 11 horas e contolaram o fogo. 

A família moradora do barraco é a família de Towe Fulni-o, que está em Pernambuco visitando parentes no município de Águas Belas. O incêndio aumenta ainda mais o terrorismo pscicológico sobre a comunidade da Terra Indígena Bananal, tambem potencializado pela ação cotidiana de Informações desfavoraveis veiculadas pela midia corporativa. A última notícia veiculada pela rede globo ironizou a resistência indígena no local. 

Faz alguns dias o Ministério Público Federal, por meio da Procuradora da República Luciana Loureiro de Oliveira, recomendou que o Ibama cancelasse a licença de instalação do Setor Noroeste, e recomendou que a Funai instituisse um Grupo de Trabalho para aprofundar os estudos sobre a tradicionalidade da ocupação. O Ibama respondeu que não vai cancelar a licença e que o problema da comunidade indígena é um problema da FUNAI. A FUNAI não respondeu a recomendação no prazo estabelecido, e agora o Ministério Público deve processar o presidente do órgão por improbidade. 

É sintomático que num momento onde os direitos indígenas tomam corpo, e passam a ser ouvidos e respeitados pelas instituições de defesa de direitos como a Procuradoria da República, um incendio em uma das casas aconteça numa manhã de segunda-feira. 

O terrorismo pscicológico é reconhecidamente uma tática dos grupos empresariais interessados em áreas em litígio como é a área da Terra Indígena do Bananal e o fazem por meio da mídia comprável e das instituições repressoras do Estado. Outra tática muito conhecida é a provocação de conflitos internos, o que já vem se desencadeando desde a presença do senhor Peterson de Paula Pereira, procurador da república que em vez de defender os direitos indígenas, quis facilitar as coisas para a TERRACAP. 

É preciso que as instituições e organizações (nacionais e internacionais) responsáveis por fazer valer os direitos humanos fiquem atentas pois ao que parece a pressão econômica mobilizada pelo megalomaníaco projeto “Setor Noroeste” está decidida a dar um fim trágico a questão, e certamente o que não falta é dinheiro para vibializar o rolo compressor que quer destruir a presença da espiritualidade indígena na capital do Brasil.

Livres e pelados

Março 18, 2009 by lcmc

 

parabéns a todos!

sou grata mais uma vez pela parceria libertária de todos vocês!

 

quando passei pela praça e vi aquele exército de policiais

fiquei muuuito desanimada e triste…

mas a estratégia de dispersão foi algo sublime

maravilhoso, perfeito, animador, delirante!

e também fiquei decepcionada pela pouca quantidade de pelados

mesmo que tenhamos conquistado a liberdade

 

me espantaram os olhares esquisitos e nada respeitosos por parte de alguns meninos, que tristeza,

eu, que não sou diaba, tive que pedir que um deles parasse de me engolir com os olhos e tiras fotos no celular!

ficaria feliz em saber que a experiência serviu para naturalizar um pouco a nudez no corpo destas pessoas

mas tenho dúvidas que este avanço tenha ocorrido

 

quanto à mídia soube de assédios verbais que aconteceram igualmente no ano passado

não há resposta que vingue tamanha violência e desrespeito

mas em outros casos vi muitas pessoas prontas a responder dignamente

a melhor acusação e resposta: “vocês atrapalham o trânsito!”, “não, nós somos o trânsito!”

é básico, mas responder isto com tranquilidade para a câmera é uma arte

e fiquei particularmente satisfeita com meu ataque de água nos fotógrafos

foi uma estratégia que deu muito certo,

agora só tenho que desenvolver um sistema automático de carregamento da arma

 

avançando na naturalização do movimento

que todos continuem assim lindos, firmes e fortes!

 

todas as informações aqui

G1

a moça sem roupa derrubou o fotógrafo

 

 


Gilberto Kassab apóia PEDALADA PELADA

Março 10, 2009 by lcmc

Reunidas em entrevista coletiva na manhã de hoje na sede da Fecomercio (Federação do  Comércio do Estado de São Paulo), autoridades ressaltaram a importância da Pedalada Pelada de São Paulo para acidade.Com um retorno financeiro de cerca de 8 milhões de reais, a Pedalada Pelada é vista como um importante ato de reconhecimento da bicicleta como meio de transporte ecológico e sustentável. Foi divulgado também durante a entrevista o resultado do estudo sobre poluição realizado pelo Laboratório de Poluição Atmosférica da Faculdade de Medicina da USP, onde ficou comprovado que a poluição gerada pelos carros quadruplica o risco de morte. O presidente da CET Alexandre de Moraes ressaltou estudo realizado para sondar pontos com aceitação de bicicletas e a criação pela CET de um selo que identifique estabelecimentos comerciais “bike-friendly”.

O prefeito Paulistano, Gilberto Kassab, ressaltou que a Pedalada Pelada tem tudo para vir a ser, ao lado do Grande Prêmio de Fórmula 1, da Parada do Orgulho GLBT, do Carnaval e da Virada Cultural, um dos mais importantes eventos realizados na cidade. “É um evento que vai fortalecer a economia e trará receita para a cidade, apontou. O prefeito lembrou ainda que São Paulo é uma cidade agregadora, que acolhe pessoas de diferentes raças, religiões e orientações sexuais. “São Paulo nunca abraçou o preconceito.”

Para Kassab, a Pedalada Pelada é um momento de demonstrar essa receptividade paulistana e exteriorizar o perfil acolhedor da capital paulista. Ele disse ainda que a prefeitura se sente feliz em participar da iniciativa e espera divulgar números positivos no balanço final do evento.

Classificando São Paulo como “a cidade de todas as paixões, religiões e diferenças“, Paulo Luiz de Carvalho, da São Paulo Turismo, lembrou que o setor do turismo de São Paulo vive seu melhor momento e atribuiu esse sucesso em parte à boa atuação da Polícia Militar em eventos de grande porte e à infra-estrutura da cidade.

O Prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que a Pedalada Pelada de São Paulo, naquilo que depender dele, será acada ano mais expressiva, como a que acontece em Londres anualmente e reúne mais de 18mil ciclistas.

“Se tivermos oportunidade de continuar à frente da cidade de São Paulo, faremos com que a cada ano a Pedalada Pelada de São Paulo seja mais expressiva“, disse. “A Pedalada Pelada reflete a construção de uma nova ordem mundial de transporte sustentável que é prioridade para São Paulo“, completou.

 

A Pedalada Pelada é evento mundial chamado World Naked Bike Ride e que acontece em  Março, Sábado dia 14 a partir das 12h na Av. Paulista.


Fonte: G10