Teia 2008
3º encontro nacional dos Pontos de Cultura – Brasília DF
de 12 e 16 de novembro
Desapego Humildade e Gratidão
3000 pessoas juntas trabalhando para e com a cultura
representantes do brasil, de todos os brasis
tanta riqueza tanta beleza tanta força
tanta alegria
trocando, lutando, e se fortalecendo
um encontro tão impactante tão trasformador
uma realidade que está sendo construída
colheremos muitos frutos em nosso futuro
“Honestino Monteiro Guimarães (Itaberaí, 28 de março de 1947 — desaparecido em 10 de outubro de 1973) foi um estudante brasileiro.
Em 1960, ele e a família mudaram-se para Brasília e logo começou a militar no movimento estudantil. Foi presidente da Federação dos Estudantes da Universidade de Brasília (FEUB) e duas vezes da União Nacional dos Estudantes (UNE), uma delas quando estava clandestino.
Casou-se por procuração com Isaura Botelho, mãe de sua única filha, Juliana Botelho Guimarães.
Durante a invasão sofrida pela UnB em agosto de 1968, Honestino foi preso e permaneceu dois meses em poder do Exército, sendo expulso da universidade.
Com o Ato Institucional nº 5 (AI-5), passou à clandestinidade mas continuou coordenando encontros estudantis e lutando contra o regime militar até ser preso no Rio de Janeiro. Na época, tinha 26 anos. Depois da prisão, a família continuou a procurá-lo, em vão, em várias prisões pelo Brasil.
Somente no dia 12 de março de 1996 teve seu óbito oficialmente reconhecido, sendo laureado pela UnB no ano seguinte com o Mérito Universitário.”
Espaço Honestino Guimarães
(Espaço da Juventude, UNE/CUCA/PIA/A Caravana)
imagens gentilmente sedidas por PIA – Programa de Interferência Ambiental
Representantes de algusns dos coletivos de arte do Brasil
foram convidados a compor o PIA na TEIA:
Movimento Panamby, Mato Grosso
Exito d`rua, Recife
Acasa, Minas Gerais
Madeiristas, Rondonia
EIA, São Paulo
PI, São Paulo
Trocaria & Permutaria
ver também ACasa
Ela quer a calcinha vermelha…
ela conquista! Salve meu pai!
Bicicleta Amarela, a bicicleta livre na Teia
Mestre Zé do Pifo de Pernambuco
Pintura corporal
a direita padrão pintado por índio do Xingu da etnia Kuikuro
com pigmento de Jenipapo e a esquerda padrão livre criado por mim
com estudo (no pulso) de padrão indígena que representa escama de peixe
E o pagé diz “queremos conhecer a cultura de vocês,
e queremos que vocês conheçam a nossa cultura”
Do Santuário Sagrado dos Pagés querem fazer um condomínio de luxo…
é a mais pura e cruel especulação mobiliária, vai querer?
E a Roda Viva volta a girar
a maior e potente roda que já vivi
impossível é não notar!
















